
   
 DVD A Questão Humana R$ 44,90


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 LIVRO Cerne da Questão, O R$ 34,00
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- Sinopse
Simon (Mathieu Amalric) trabalha como psicólogo no departamento de recursos humanos da filial francesa de uma corporação petroquímica de origem alemã. Quando o vice-presidente lhe pede que investigue a vida do presidente, suspeito de insanidade mental, a percepção de Simon torna-se caótica. O passado volta à tona durante o inquérito, revelando ligações indeléveis da empresa com o regime nazista.
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- Informações Técnicas
Título no Brasil:
A Questão Humana Título Original:
La Question humaine País de Origem:
França Gênero:
Drama Classificação etária: 12 anos Tempo de Duração: 143 minutos Ano de Lançamento:
2007 Estréia no Brasil: 20/06/2008 Site Oficial:
Estúdio/Distrib.:
Imovision Direção:
Nicolas Klotz
- Elenco
Mathieu Amalric ... Simon Michael Lonsdale ... Mathias Jüst Edith Scob ... Lucy Jüst Lou Castel ... Arie Neumann Jean-Pierre Kalfon ... Karl Rose Valérie Dréville ... Lynn Sanderson Laetitia Spigarelli ... Louisa Delphine Chuillot ... Isabelle Nicolas Maury ... Tavera Rémy Carpentier ... Jacques Paolini Miguel Poveda ... Flamenco singer Erwan Ribard ... Miguel Patrick Zocco ... Le flic
- Trilha Sonora
- Imagens do Filme

- Trailers
- Comentários
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27/07/2008 Por: Tatiana Scholai | | Este filme proporciona uma reflexão ampla. Neste sistema capitalista que vivemos a busca pelo poder pode transformar os valores do ser humano. Pessoas tornam-se cobaias, virtudes tornam-se empecilhos e a saúde física e mental resolve-se com remédios e álcool em excesso. Filme surpreende e reflexivo, muito inteligente e realista. Indico e recomendo. |
| 2 |
31/07/2008 Por: Gustavo Camargo | | Um filme horroroso. Pretensioso, cabotino, verborrágico e mais uns quantos adjetivos negativos. |
| 3 |
28/09/2008 Por: Izabel | | Péssimo filme, cansativo, confuso e fatos sem conexão. Não recomendo. |
| 4 |
31/10/2008 Por: Marcelo Silva | | O filme é excepcionalmente bom. Mostra os grandes dilemas das relações de trabalho na sociedade contemporânea, de uma forma que vai no "X da questão": abuso de poder, indiferença ao semelhante, massificação cultural... É "difícil" assim como acordar de uma anestesia. |
| 5 |
03/11/2008 Por: Clarice | | Nota zero. Saí da sala do cinema antes de terminar: não agüentei o tédio. |
| 6 |
27/12/2008 Por: Sylvia Mara | | O filme é denso, mas o leitor deve ter paciência até a metade do filme, depois começa a ficar mais claro o foco dado à desumanização gerada pelo sistema capitalista que, tal qual ao sistema nazista, lança mão da ideologia eugenista, contemporaneamente, através do paradigma da "competência", esquecendo que muitas das doenças orgânicas e mentais, bem como a falta de oportunidades culturais e limitações intelectuais e comportamentais têm suas origens em questões sociais e educacionais, o que define as diferenças. O roteiro intenciona também dar foco no trabalho real e no prescrito. Através da alienação do trabalhador, este não percebe que a proporção do que se prescreve para o desempenho de sua função não dimensiona o desgaste físico e mental que leva, realmente, para executá-la; fenômeno percebido através do próprio trabalho do protagonista da estória. Vale a pena assistir. Leva-nos a uma excelente reflexão, inclusive o recomendo para os profissionais que trabalham com gestão de pessoas. |
| 7 |
24/03/2009 Por: Rosana | | Existirmos, a que será que se destina? Muito bom, excelente os caminhos por onde nos leva o roteirista. Ótima direção. Sem dúvida que é recomendado para os aprendizes de feiticeiro da área de gestão de pessoas. Chego a lembrar daquela antiga propaganda:não se deixe enganar, legítimas só havaianas. Seriam as ilusões um disfarce para a dor, para nossa eterna ignorância, para a nossa mesmisse? Como e quando cultivamos e disfarçamos a violência? Podemos ser críticos da nossa existência, podemos transformar nosso destino, podemos abdicar das ilusões? |
| 8 |
15/05/2009 Por: Sonia (44 anos) | | Este filme é excelente. O tema é atual: mundo do trabalho e as relações desumanas e competitivas. É um filme para refletir! |
| 9 |
23/08/2009 Por: Sandra Màri (40 anos) | | A partir do filme Questão Humana: A língua a serviço da persuasão torna às pessoas presas fáceis dos excessos, dos vícios, do consumo. Isso não apenas marca uma cultura, mas deixa cicatrizes e dilacera corpos e vidas. |
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