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Cairo 678 (678)
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- Sinopse
Fayza, Seba e Nelly, três mulheres egípcias com vidas completamente diferentes se unem para combater o machismo que impera no Egito contemporâneo e que está em todos os lugares: nas ruas da cidade do Cairo, no trabalho e dentro de suas próprias casas. Determinadas, elas se unem e iniciam uma série de ataques contra os homens que ousam molestá-las. Quem são essas misteriosas mulheres que tem a coragem de enfrentar uma sociedade baseada na superioridade masculina?
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- Informações Técnicas
Título no Brasil:
Cairo 678 Título Original:
678 País de Origem:
Egipto Gênero:
Drama Classificação etária: 14 anos Tempo de Duração: 100 minutos Ano de Lançamento:
2010 Estreia no Brasil: 09/03/2012 Site Oficial:
Estúdio/Distrib.:
Imovision Direção:
Mohamed Diab
- Elenco
Boshra ... Fayza Nelly Karim ... Seba Maged El Kedwany ... Essam Nahed El Sebaï ... Nelly Bassem Samra ... Adel Ahmed El Feshawy ... Sherif Omar El Saeed ... Omar Sawsan Badr Yara Goubran ... Amina Marwa Mahran ... Magda Motaz El Demerdash ... O Próprio Ibrahim Salah
- Trilha Sonora
- Imagens do Filme
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- Trailers
- Comentários
| 1 |
28/05/2012 Por: Maria Alice (49 anos) | | Emocionante. Consegue retratar a luta da mulher e levar uma reflexão para além do Egito. |
| 2 |
04/07/2012 Por: Sérgio Sarmento (58 anos) | Assisti na tarde de hoje NO CINEMA quando finalmente teve sua estreia na minha cidade. Para começo de assunto é uma produção egípcia coisa rara. Põe rara nisso em nossas telas. E depois o filme é um espetáculo. É um filme-denúncia. O que ele denuncia é o assédio sexual contra as mulheres no Egito pré-revolução popular de 2012. E isto vai do assédio verbal ao estupro. Para tanto ele conta com três mulheres que tem um desempenho magnífico. São pessoas representante de classes sociais. Falo de Fayza vivida pela mulher do povo, isto é, pobre chamada Bushra Rozza. Outra é a representante da classe média alta chamada Saba e vivida pela bonita Nelly Karin. E finalmente a representante da classe média baixa chamada Nelly. Pela atriz Nahed El Sebai. As três mulheres são assediadas e respondem de maneiras diversas. A Saba responde pela moral. Tenta ensinar as mulheres pela defesa pessoal. Fayza pela violência, pois agride seus agressores com uma tesoura. E finalmente Nelly pela lei. É a primeira mulher a ganhar na justiça do Egito uma causa de assédio sexual em todos os tempos. Em linhas gerais o filme parece um trabalho com tom deliberadamente político e panfletário. E mais. Trata e faz uma explanação aprofundada do quando é enraizado culturalmente o problema da relação homem-mulher na atual sociedade egípcia. O que de resto tem perto de 1.400 anos em todo o mundo muçulmano. A primavera muçulmana plasmou um coisa que todo homem ocidental, meramente informado, já sabia. No mundo muçulmano a mulher é até hoje uma pessoa sem palavra. Para não dizer outra coisa mais ofensiva. O que não gostei no filme. E por isto reprovo é o daquele agente da polícia. Que mais pareceu um super agente. E que queria aparecer mais que as atrizes principais. Elas sim os grandes agentes deste belíssimo filme. Finalmente gostaria de dizer que o assédio sexual é um grande problema e que a sociedade e as autoridades teimam em fechar os olhos. O que não ajuda em nada a resolver uma mazela social nestas condições. Recomendo, pois é mais um baita filme que eu e mais 99 brasileiros vamos ver no CINEMA. Mas o azar é de quem não assistiu, pois deixará de enriquecer seu lado cultural. Até... |
| 3 |
26/12/2012 Por: Luiz Henrique Tojeiro (55 anos) | | Sinceramente não dá para dizer que é ótimo ou bom pela raridade que é aqui um filme do Egito, mas com certeza vale cada centavo do ingresso, do aluguel. A temática é muito bem levada e as cenas de assédio conseguem incomodar muito mostrando a desfaçatez do bolinador e a resignação ou a indignação (no caso das três atrizes principais) das molestadas. |
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