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Eu Não Sou Seu Negro

  (I Am Not Your Negro)
Sinopse O escritor James Baldwin escreveu uma carta para o seu agente sobre o seu mais recente projeto: terminar o livro Remember This House, que relata a vida e morte de alguns dos amigos do escritor, como Medgar Evers, Malcolm X e Martin Luther King Junior. Com sua morte, em 1987, o manuscrito inacabado foi confiado ao diretor Raoul Peck.

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Informações


Título no Brasil Eu Não Sou Seu Negro
Título Original I Am Not Your Negro
Ano Lançamento
Gênero Documentário
País de Origem França / EUA
Duração95 minutos
Direção
Estreia no Brasil 16/02/2017
Estúdio/Distrib. Imovision
Idade Indicativa 12 anos

Elenco


... Narration (voz)
... O Próprio
... O Próprio
... O Próprio
... O Próprio
... O Próprio
... O Próprio
... O Próprio
... O Próprio
... O Próprio - Black Panther Party
... O Próprio
... O Próprio - White Citizens Council
... Various Roles
... O Próprio
... Various Roles
... Frank Flannagan
... John 'Joker' Jackson
... Tump Redwine (clip from They Won't Forget (1937))
... Bonnie
... Gillespie
... Ray Biddle
... Ann Darrow
... O Próprio
... O Próprio
... O Próprio
... A Própria
... Exodus (clip from The Monster Walks (1932))
... O Próprio
... O Próprio (clip from The Negro and the American Promise (1963))
... O Próprio
... Richard (clip from I Ain't Gonna Open That Door (1947))
... A Própria
... Ariane Chavasse
... O Próprio - Head of the FBI
... A Própria
... O Próprio
... O Próprio
... A Própria
... O Próprio
... Narrator french version (voz)
... Ringo Kid
... O Próprio
... Marshal Curley Wilcox (clip from Stagecoach (1939)) (não creditado)
... Delilah Johnson (clip from Imitation of Life (1934)) (não creditado)
... Peola Johnson age 10 (clip from Imitation of Life (1934)) (não creditado)
... O Próprio (clip from I Ain't Gonna Open That Door (1947)) (não creditado)
... Herbert Wilkes (clip from The Monster Walks (1932)) (não creditado)
... O Próprio (clip from Chiquita Banana commercial) (não creditado)
... Hatfield (clip from Stagecoach (1939)) (não creditado)
... Edie Johnson (clip from No Way Out (1950)) (não creditado)
... Teacher (clip from Imitation of Life (1934)) (não creditado)
... Gladys Hotchkiss (clip from The Pajama Game (1957)) (não creditado)
... O Próprio (clip from The Gong Show (1976)) (não creditado)
... Native Chief (clip from King Kong (1933)) (não creditado)
... Uncle Tom (clip from Uncle Tom's Cabin (1927)) (não creditado)
... Lena Younger (clip from A Raisin in the Sun (1961)) (não creditado)
... Doc Josiah Boone (clip from Stagecoach (1939)) (não creditado)
... Sr. Shelby (clip from Uncle Tom's Cabin (1927)) (não creditado)
... Tom Farnham (clip from Lullaby of Broadway (1951)) (não creditado)
... Sra. Shelby (clip from Uncle Tom's Cabin (1927)) (não creditado)
... Sra. Lucy Mallory (clip from Stagecoach (1939)) (não creditado)
... Adolph Hubbell (clip from Lullaby of Broadway (1951)) (não creditado)
... Tillie (clip from Guess Who's Coming to Dinner (1967)) (não creditado)
... Simon Legree (clip from Uncle Tom's Cabin (1927)) (não creditado)
... Dallas (clip from Stagecoach (1939)) (não creditado)
... Bob (clip from Dance, Fools, Dance (1931)) (não creditado)

Trilha Sonora


“The Ballad of Birmingham ”Escrita por Jerry Moore, Dudley Randall
© Melody Trails
Interpretada por the Tennessee State University Students (2006)
Piano by Steve Conn
Vocals by Santayana Harris & Kameka Word
“Damn Right I've Got The Blues ”Lyrics e Music
Escrita por Buddy Guy
Mic Shau Music Company / BMG Bumblebee
Interpretada por Buddy Guy
(p) 1991. All rights reserved by Silvertone Records Ltd.
>> Ver toda a Trilha Sonora...

Trailer



Comentários


20/02/2017 - Sérgio Sarmento (63 anos)

  Ótimo
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Assisti NO CINEMA, nesta data, quando do lançamento efetivado na realidade em 16.02 passado. Olha! Grande e emotivo documentário sobre segregação racial na sociedade dita mais democrática que se tem noticia que é a dos EUA. Não restam duvidas que este filme vai engrandecer a nominada de candidatos ao Oscar de melhor documentários na noite de 26 para 27 de fevereiro próximo. O filme se apropria de um manifesto escrito em 1979 por um intelectual negro chamado James Baldwin. E que mais tarde, este manuscrito, se tornaria um livro. Coisa que jamais aconteceu! O manuscrito e o filme, por razoes obvias, tratam dos acontecimentos iniciados nos anos 1960 e retroage ao começo do século 20. Quando James Baldwin procurou relatar a vida e a obra de três pessoas negras que lutaram até suas mortes pelas liberdades raciais dentro dos EUA. Que foram Medgar Evers (que não conhecia), Malcolm X (o que mais gostei pelo seu radicalismo) e o pastor religioso e pacifista Martin Luther King Jr. Mas para fazer isso o autor retroage até o início do século 20 e faz um painel histórico da sociedade norte americana onde sempre o negro é espezinhado de uma maneira brutal. Para fortalecer todo o documentário o diretor completa trazendo a luta emancipacionista negra até 2014 quando houve o choque da policia, no Missouri, e a comunidade negra. E além do "pau que comeu solto" tivemos até morte no local. O documentário é tão bom, gente, que o material de pesquisa é soberbo. Pois nos fala de filmes racistas, propaganda anti-negro, mas principalmente mostra cenas absurdas e de uma decadência jamais vistas contra a comunidade negra americana. Quando pequeno o escritor James Baldwin assistiu um faroeste clássico como é No Tempo das Diligencias (1939) e via o massacre cometido por John Wayne contra os índios americanos. Mas até ali tudo era festa, pois era uma aventura fascinante para um criança, então. Mas só mais tarde. Quando tivesse a consciência e que veria que uma raça (os índios) e que estavam sendo dizimados pelo homem branco, e que ali, já fazia justiça com as próprias mãos. E isso serviu, ainda mais, para que sua luta a favor dos "de cor " (os negros ditos inferiores) tomasse uma dimensão bem maior. O filme e todo ele pontuado por declarações e imagens como a que narrei, logo acima. Mas tem uma que me chamou mais a atenção. Foi do notável procurador geral dos EUA chamado Robert (Bobby) Kennedy (para mim o melhor de todos os Kennedy que existiu) e que morreu em 1968, portanto, naquele fatídico anos 1960. Pois este cidadão, ainda, chamado de Bobby, vaticinou uma coisa que nem o escritor, o poeta o intelectual James Baldwin acreditou. Dizia ele nos anos 60 do século passado que em 40 anos teríamos um presidente negro na presidência do governando dos EUA. Pois não é que o cara acertou! Pois em novembro de 2008 surge o 44º presidente norte americano na figura do negro Barack Obama. Coisa que o notável James Baldwin não viu, pois faleceu em dezembro de 1987. São coisas que um documentário, como este, consegue fazer para enriquecer nossos conhecimentos. É obra altamente didática como esta e que nos mostra o caminho do saber. E falam o porque de não estarmos só em uma sociedade tão multifacetada como a nossa. São filmes como este que merecem mais de uma visão. Pois são compostas de muitos detalhes em um curto espeço de uma hora e meia de projeção passam despercebidos. Enfim! São obras altamente criticas como esta e que deixam filmes como Estrelas Além do Tempo, que também concorre ao Oscar dos melhores em 2017 (só por isso citei esta "coisinha") e falam em racismo, ou que pretendia falar, mas que na real não amarram " um cadarço de um sapato " deste espetacular documentário EU NÃO SOU SEU NEGRO. No mais é só para terminar uma resenha emocionado. De um filme emocionante e com um dos meus aforismo próprio e bem pontual: E TENHO DITO!

16/05/2017 - Kadu (40 anos)

  Ótimo
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Sociedade racista se vê em todo lugar do Mundo, aqui no Brasil não é muito diferente do que existiu e ainda existe nos EUA, infelizmente.

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