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- Sinopse
Vencedor do urso de Ouro no Festival de Berlim de 2009, La Teta Asustada é a metáfora do rompimento. Um país reprimido que só pode se expressar através do inconsciente: seus mitos, seus medos, seus traumas. O corpo de uma mulher expressa o vazio que precisa ser preenchido; a angústia que precisa se acalmar; o pavor de encontrar algo diferente, de perder o controle.
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- Informações Técnicas
Título no Brasil:
A Teta Assustada Título Original:
La teta asustada País de Origem:
Espanha / Perú Gênero:
Drama Tempo de Duração: 95 minutos Ano de Lançamento:
2009 Estréia no Brasil: 21/08/2009 Site Oficial:
Estúdio/Distrib.:
Paris Filmes Direção:
Claudia Llosa
- Elenco
Magaly Solier ... Fausta Susi Sánchez ... Aída » Ver todo o Elenco...
- Trilha Sonora
- Imagens do Filme

- Trailers
- Comentários
| 1 |
21/08/2009 Por: Luíz (19 anos) | | É fácil perceber porque da premiação. Historicamente politizada, a Berlinale viu em A Teta Assustada um novo exemplar de cinema terceiro mundista que luta para se entender com seu passado recente de ditaduras e barbáries. Ao mesmo tempo, o filme de Claudia Llosa tem o tipo de exotismo formal e temático que encontra forte ressonância nos festivais de cinema europeus. A premissa em si já é um tanto pitoresca, mas a diretora a reforça via simbolismos, enquadramentos "artísticos" e narrativa fragmentada, dentro de outro modismo latino de montar um painel com pedaços de ação. Junte aí toda a pompa e a música que vem embutida em cenas de celebração popular e temos um filme que, apesar do tema forte, se fragiliza por trabalhar dentro de uma fórmula, a essa altura, já bem esgarçada. |
| 2 |
21/08/2009 Por: Kredo (29 anos) | | O nome já é uma baixaria... |
| 3 |
05/09/2009 Por: Fatima Rabello (54 anos) | O título do filme tem origem na crença popular que diz que o medo foi transmitido pelo leite materno de mulheres vítimas de estupro na guerra do Peru. A história é simples e Magaly Soilier (que era uma vendedora de puca na realidade) interpreta Fausta muito bem. |
| 4 |
09/09/2009 Por: João Biano (25 anos) | | Magaly Solier nos mostra mais uma vez em seu semblante triste e fechado que o cinema peruano está conquistando seu espaço no mundo. Gostei muito. Recomendo. |
| 5 |
11/10/2009 Por: Osmir (47 anos) | | O filme é de extrema sensibilidade, impossível não se identificar com Fausta, com o Tío, com o jardineiro. A temática é das mais importantes, envolve a questão da integração cultural. Muito convincente, tanto quanto uma recriação artística pode e precisa ser. |
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