Amantes Constantes

  (Les amants réguliers)

Sinopse


Em 1969, um grupo de jovens dedica-se ao ópio após ter vivido os acontecimentos de 1968. Um romance intenso nasce dentro deste grupo entre dois jovens de 20 anos que se conheceram durante a revolta. Prêmio de Direção e Fotografia no Festival de Veneza de 2005.

Informações


Título no Brasil Amantes Constantes
Título Original Les amants réguliers
Ano Lançamento
Gênero Drama / Romance
País de Origem França
Duração183 minutos
Direção
Estúdio/Distrib. Imovision

Elenco


... François Dervieux
... Lilie
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Trilha Sonora


“Vegas”Escrita por Nico
Interpretada por Nico
“This Time Tomorrow”Escrita por Ray Davies
Interpretada por The Kinks
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Trailer



Comentários



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06/10/2006 - Carlos Henrique P. Camarg

06/10/2006
Carlos Henrique P. Camarg

3
  Ótimo
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Gostei muito do filme, apesar de muito longo, com cenas sem fim e paradas, e extremamente intimistas. A cena da dança é magnífica e arrepiante. No mais, um filme profundo em que os sentimentos humanos são desnudados de forma direta e clara. Recomendo, mas tenha muita paciência.

09/10/2006 - Alan

09/10/2006
Alan

4
  Ótimo
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Apesar dos takes longos o filme é charmoso, encantador, um presente finíssimo pra quem gosta de apreciar cinema sem preconceitos, sem pressas. É um filme que dá um upgrade na nossa sensibilidade, na nossa capacidade de nos emocionarmos simplesmente pela imagem. É como se cada cena tivesse o mesmo peso, o mesmo tom. Nenhum momento de rompante, nem mesmo nos conflitos com a polícia. Tudo é dado como um álbum de fotografias, como delas de delacroix que, porém emitem sons. Lindo o pesadelo sutilmente convulsivo de François.

14/10/2006 - Arthur

14/10/2006
Arthur

5
  Péssimo
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O filme é péssimo! A avaliação do filme é a mesma do senso comum: Ridículo. O prêmio de melhor fotografia faz jus. Afinal, o filme é uma sucessão lenta e entediante de fotos. Imagens em preto e branco, sem nexo. Faço um filme melhor com uma câmera digital e um PowerPoint.

22/10/2006 - Gaia

22/10/2006
Gaia

6
  Ótimo
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O filme retrata a vida de jovens de uma classe média intelectualizada e constrangida em meio às mudanças do fim da década de 60. Num desenrolar sutil, sem o clímax hollywoodiano, o enredo mostra a realidade de liberdade sexual, drogas e política, com cenas lindíssimas e diálogos bem construídos. A direção de atores é impressionante e, somada à forma com que o tempo passa no filme, dá uma sensação absurda de realidade! Vale ainda assistir, antes ou depois, ao 'Os Sonhadores', do Bertolucci, que também trata do Maio de 68 focando em personagens parecidos.

04/12/2006 - Fernando Dias Campos Neto

04/12/2006
Fernando Dias Campos Neto

7
  Ótimo
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Maravilhoso! E, às três horas inesperadas, uma dose certa. Falo de dose porque tudo depende dela, inclusive os lucros do capitalismo voraz... Como citam Baudelaire, pelos lábios de um juiz francês dos anos 68, quero observar que a nem todo poeta se pode acusar de “baudeleriano”. O filme é bom, tão bom, que logo angustiava alguns espectadores emitindo fonemas de pânico ou se retirando impacientes. As rebeliões da época eram voluntaristas e anarquistas. Ironizavam-se as “mot d’ordres”, já que disciplina de um partido envolve a organização e a oportunidade. A partir de certo momento, nota-se que o filme acabou, enquanto histórico, mas prossegue como documento romântico e melancólico. Finda a esperança da revolução – ela que tem de vir dela mesmo do 1º mundo –, reforma ou revolução, a inércia anarquista avança para o abismo. Havia um espaço onde se refugiavam alguns jovens apenas idealistas. Se o juiz os chamou de Verlaine ou Rimbaud, contudo eram artistas, transgressores da ordem capitalista vitoriosa na ocasião. Lênin dizia que é impossível haver um partido anarquista. É que ele está sempre contra todo o “mal necessário” de alguma organicidade, sacrifício, maduro amor. Quando São Francisco resiste à aceitar uma regra para a sua Ordem por algo que não seja o Evangelho, matando de fome seus frades, vemos o quanto é utópico o anarquismo, o quanto não é sustentável em grupos maiores. O filme tem momentos mágicos como num ápice, o som do piano e o rosto estático de Lilie demoradamente imóvel até o sorriso, desespero e resignação no desespero, intimidade dos lábios com as lágrimas. Um ricaço, um pobre e um martelo. Um Gautier homosexual e dependente, “dandy”. François, a conseqüência suicida de um nada existencial, após o paraíso artificial do haxixe e do ópio. Havia alguns avisos à entrada do cinema sobre o preto e branco e as legendas ilegíveis, branco no branco. Mas eu não sou crítico de arte, sou espectador e gostei do filme.

19/08/2007 - Ponche bol

19/08/2007
Ponche bol

8
  Péssimo
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Esse filme é um verdadeiro lixo. Não tem estética e mal tem proposta. Inclusive, em várias cenas, e, mesmo sendo francês, o diretor não sabia o que fazer e demonstrou não entender seriamente o que foi a proposta dos estudantes franceses naqueles tempos agitados do final dos anos 1960. Depois, nessas passagens, ninguém entende nada e fica com esse discurso que "viu a roupa do rei nu", falando que cinema francês é intelectual, que o diretor foi genial, etc., etc. e etc., aquela palhaçada toda. 0 para o filme e 0 para a proposta estética da França. França boa é a de "invasões Bárbaras". O resto é lixo. Achamos que é bom graças ao nosso extremado sentimento de inferioridade.

26/08/2007 - Karla Albuquerque

26/08/2007
Karla Albuquerque

9
  Regular
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O filme é impecável no que tange a fotografia (o p&b reforça a idéia). Mas falta conteúdo histórico mesmo. Quem lê a sinopse, vai esperando mais de Phillip. A atmosfera entre o casal é mais abordada do que o momento político enfrentado na época. Os takes são meio irritantes pra quem se interessa pela evolução da película.

15/10/2007 - Roberto

15/10/2007
Roberto

10
  Ruim
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"As invasões bárbaras", um ótimo filme, é canadense... Em tempo, não gostei de "Amantes constantes", chato. Para ver esses conceitos bem usados, "Os sonhadores" é uma boa pedida.

02/12/2007 - Xpto

02/12/2007
Xpto

11
  Ótimo
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Acima tal de Ponche bol diz que "França boa" é a de Invasões Bárbaras? Mas essa história é Canadense... Quem não gosta de cinema não pode mesmo gostar de "Amantes constantes"!

12/12/2007 - Thiago

12/12/2007
Thiago

12
  Ótimo
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O filme é excelente, com uma pegada de the dreamers, porém muito cansativo.

18/08/2008 - Tito Livio

18/08/2008
Tito Livio

13
  Ótimo
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O filme é belíssimo. "As Invasões Bárbaras" é uma seqüela demagógica e melodramática do interessante "O Declínio do Império Americano" (ambos canadenses e do mesmo diretor). Não tem nível para ser comparado com um filme como esse de Phillipe Garrel. Que também é muito melhor do que o deslumbrado de Bertolucci. "Amantes Constantes" nos leva para dentro da época sem mão pesada.

01/09/2009 - Ícaro (22 anos)

01/09/2009
Ícaro (22 anos)

14
  Péssimo
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O filme é chato e algumas cenas são totalmente sem propósito e estéreis, não dão emoção nenhuma. Quem quer ver um take de um minuto de câmera parada de três soldados em pé sem fazer absolutamente nada? Pra você gosta de filmes lentos, contemplativos assista Paris Texas porque esse sim é bom.

17/01/2010 - Janayde (25 anos)

17/01/2010
Janayde (25 anos)

15
  Ótimo
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Perfeito. Lindo, romântico, encantador, natural. Vi duas vezes na mesma tarde.

19/02/2011 - Vanderlei Francisco Marqu (44 anos)

19/02/2011
Vanderlei Francisco Marqu (44 anos)

16
  Ótimo
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Eu, gostei muito do filme me lembrei do livro clube do haxixi e O comedor de ópio, gostaria de ter este filme este filme é minha cara.

24/09/2012 - Vanderlei Francisco Marqu (46 anos)

24/09/2012
Vanderlei Francisco Marqu (46 anos)

17
  Ótimo
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Eu adorei este filme ele passou na festival de filmes na cultura, eu particularmente adorei principalmente em questão de fotografia muito bom.

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